Eu sim!

“So I went out
To find out what I was looking for
Found the key
The key to all the doors
Told a few lies
Still I cant forget”

E vc nunca vai saber de nada!
Mas eu bem sei!

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Só não pode chorar!

Menina, agora não adianta mais chorar!
Lembra daquilo que me disse e faça tudo.
Só não desiste disso! Não dessa vez!

Let’sLOMO!

Não conhecia essa técnica, se é que posso assim chamar a lomografia. Poder brincar com o “erro”, fazendo dele algo visualmente interessante, é bem bacana. Podemos explorar texturas, sobreposições, cores, enfim… dá para experimentar de tudo! =D Quero brincar disso!

O projeto LetsLOMO é uma exposição coletiva, itinerante, com imagens fotográficas capturadas por câmeras lomo (câmeras analógicas de baixa tecnologia) e sem nenhuma correção digital. Organizada pelo coletivo RecifeMostraLOMO, o projeto pretende dar mais visibilidade a produção lomográfica brasileira e valorizar a essência do olhar fotográfico e a experimentação que o fundamenta.

Avesso

“A traffic jam when you’re already late
A no-smoking sign on your cigarette break
It’s like 10,000 spoons when all you need is a knife
It’s meeting the man of my dreams
And then meeting his beautiful wife
And isn’t it ironic… don’t you think?”

É, as vezes parece que tá tudo do avesso mesmo!
Qdo vc acha que tá tudo perdido, algo realmente bom acontece,
e nesse caso o contrário é verdadeiro! Qdo vc acha que esta tudo
na mais tranquila paz aquele zunido volta a perturbar!

Acho que o mal da humanidade é esse zunido, constante e perturbador!
Se estamos beirando a insanidade o problema é o barulho!
Todo o barulho que vem de dentro!

E que o silêncio me fale cada vez mais…

Não conheço a música, mas a letra é muito bonita e foi dela que eu tirei o textinho que se encontra aqui ao lado! Então vai na integra de onde eu tirei!

Por enquanto é só isso, esperando um surto de vontade e inspiração pra escrever algo que interesse a mais alguém, que não só a mim!

Beijo

Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio.

Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.

Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.

Que as palavras que falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
E que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que penso
Mas a outra metade é um vulcão.

Que o medo da solidão se afaste
E que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.

Que não seja preciso mais que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.

Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é a platéia
A outra metade é a canção.

E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.

| Metade . Oswaldo Montenegro |