uma a uma.

Uma partida sem despedida. Uma pausa seca sem um gole de qualquer bebida barata que ajudasse a engolir o nó da garganta. Um desencontro preso em palavras. Algumas certezas estão tão certas do que são, que não se pode dizer o contrário. Quem dirá?

E assim o caminhar daquela mesma estrada continua,
são sempre escolhas. Tudo vira passado,
quando a gente deixa passar.

Ainda lhe escreveria mil cartas de amor,
mas já não sei mais qual é teu endereço!

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